Um verdadeiro luxo, somado às cores branca ou cinza do Argo Drive. Quando fazemos o comparativo Argo x Polo na questão de visual, percebemos o quanto a VW Polo é genérica. A rivalidade Polo x Fiat Argo pode não ser mais como antes, afinal, o tempo passa para todos. No passado não muito distante, o duelo Argo x Polo agitava o segmento de hatches no Brasil, tanto quanto Chevrolet Onix e Hyundai Hb20. Boa qualidade de montagem e de rodagem pesa a favor, só que consumo e cortes de custos podem decepcionar. Considerando o bom nível de rodagem, daria até para dizer que o novato tem qualidades para (ao menos tentar) atrair a clientela dos SUVs. É claro que ainda há muitas diferenças em relação ao degrau acima, CarroSP carro argo .
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Abastecido com gasolina, o Fiat Argo Trekking AT faz 8,9 km/l na cidade e 10,1 na estrada. O painel de instrumentos com números grandes, o computador de bordo fácil de usar e a multimídia esperta, com Android Auto e Apple CarPlay facilmente conectáveis, são pontos positivos do Fiat Argo Trekking. Para tirar a dúvida, rodamos uma semana com o Fiat Argo Trekking AT. Embora o câmbio seja CVT, a Fiat prefere usar a tradicional sigla AT, de Automático, na identificação do carro. O Treekking 1.8 é confortável e revela-se uma boa opção para enfrentar nossas ruas em más condições, pois filtra bem as irregularidades do solo. O carro herdou os acertados ajustes de mola e amortecedores da versão 1.3.
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O Argo Trekking é um bom carro para quem quer transpor os muitos obstáculos das selvas urbanas brasileiras com boa dose de robustez e agilidade, além de ter um estilo aventureiro em uma medida menos espalhafatosa. Ele já traz características dinâmicas que o Pulse terá, só que por um preço menor e com um pacote de equipamentos bem mais simples. O trem de força do Argo Trekking 1.3 manual é exatamente o mesmo que estará presente na versão de entrada do Pulse. O propulsor quatro-cilindros naturalmente aspirado flex de 1,3 litro da família Firefly tem a particularidade de preservar um cabeçote mais simples, com duas válvulas por cilindro e não quatro, como na maioria dos propulsores mais modernos. Releitura porque a roupagem caricata já descrita dois parágrafos acima, tão típica de modelos como a própria linha Adventure da Fiat, ficou no passado. Sim, o Argo Trekking ainda tem seus exageros, como os protetores de plástico bem proeminentes e os pneus de uso misto que dificilmente serão aproveitados devidamente, mas sua proposta é mais sóbria e justificada. O fato é que o Argo Trekking com o câmbio CVT não te importuna por nada, ele apenas funciona sem chamar sua atenção.
Curiosidades sobre carros
O automatizado não era dos mais suaves na operação, enquanto o automático normal era barrado no consumo (bem) mais alto do motor 1.8. Agora, com o CVT que simula 7 marchas trabalhando em conjunto com o bom motor 1.3 aspirado, o Argo consegue unir preço, usabilidade e consumo. Só que a versão Trekking CVT, por a partir R$ 96.990, é um dos últimos aventureiros do mercado, mostrando tudo o que esta antiga categoria tem de comodidades, sobretudo sem precisar trocar de marcha. A vibração e o ruído do motor 1.0 de três cilindros também são muito mais presentes na cabine do Fiat.
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- Enquanto o Gol era líder, a Fiat ocupava as posições seguintes com Palio e Uno.
- Já as rodas de liga leve aro 15, opcionais, recebem acabamento em tom cinza escuro, enquanto o teto, o spoiler traseiro e as capas dos retrovisores externos ficam em preto brilhante.
- Como a Stellantis promete munir o Pulse de uma caixa de direção totalmente nova, esperamos que o SUV evolua nesse quesito.
- Aqui a performance de ambos é semelhante, com motor 1.0 flex de três cilindros aspirados e com a mesma dificuldade para deslanchar, ainda mais com ar-condicionado ligado.
- Em relação aos equipamentos de série, o hatch traz sensor de estacionamento traseiro com visualizador gráfico, monitoramento de pressão dos pneus, airbag duplo frontal (obrigatório por lei) e sinalização de frenagem de emergência.
- Já as versões Drive S-Design e Trekking trazem o motor 1.3 Firefly de 109 cv e 139 Nm de torque.
O Argo Trekking foi lançado em maio do ano passado com o motor 1.3 Firefly de 109 cv e 14,2 kgfm acoplado ao câmbio manual de cinco marchas. Faltava apenas uma opção automática, uma vez que a marca não ofereceu o soluçante GSR automatizado. Por dentro, o pacote opcional presente na unidade que testamos faz o revestimento dos bancos ser 100% em couro sintético, com costuras brancas. O estilo tira o apelo do banco de tecido com costuras alaranjadas, faixa central do encosto lombar parcialmente estilizada com xadrez de alto relevo e um bordado com o nome e o logotipo da versão. Além disso, molduras plásticas contornam laterais e caixas de roda, enquanto o para-choque traseiro com ponteira de escape trapezoidal vem da versão esportivada HGT.
- Quando fazemos o comparativo Argo x Polo na questão de visual, percebemos o quanto a VW Polo é genérica.
- É natural não esperar muito de versões de entrada, pois sempre falta algum item importante, afinal, é mais barato.
- Todavia, no Argo Trekking é possível rodar com quatro adultos de estatura média a bordo sem tanto sofrimento.
- Se não é a solução ideal, ao menos o hatch ficou mais alto e recebeu pneus de uso misto.
- Além disso, o hatch da Fiat conta com transmissão do tipo CVT de sete velocidades e tração dianteira.
Com 75 cv e 10,7 kgfm, deixa o Argo ágil o suficiente na cidade, graças ao torque bem presente desde rotações baixas, e ao câmbio com segunda e terceira marchas mais curtas. O i solamento acústicoé aceitável e os freios funcionam a contento, com tambor na traseira. E agora que o carro tem controle eletrônico de estabilidade, dá para contornar nas curvas com mais segurança, mesmo com os pneus de uso misto. Na hora de viajar, o espaço para cinco ocupantes é apenas razoável, bem como a capacidade do porta-malas, que pode levar 300 litros, conforme a fabricante. Por falar em agilidade, o conjunto mecânico do Argo Trekking 1.3se mostra o mais equilibrado da linha do compacto. O motor 1.3 Fire Fly consegue render 109 cv e bons 14,2 kgfm de torque a 3.500 rpm, o que garante fôlego suficiente para ultrapassagens em alguma agilidade. A versão aventureira também conta com vidros elétricos dianteiros e traseiros com função one touch e sensor antiesmagamento, travas elétricas, retrovisores elétricos, direção elétrica e sistema Isofix. Em relação aos equipamentos de série, o hatch traz sensor de estacionamento traseiro com visualizador gráfico, monitoramento de pressão dos pneus, airbag duplo frontal (obrigatório por lei) e sinalização de frenagem de emergência. Ainda que falte o ajuste de altura do banco do motorista, a Fiat entrega ao Argo o ajuste de volante em altura. No mais, ambos têm porta malas de 300 litros e tamanho do tanque de combustível muito próximo. Outros itens, como o controle de tração e estabilidade e central multimídia só estão disponíveis a partir da versão 1.0 Drive. Por mais que seja mais caro, o Argo HGT é mais baixo que a versão Trekking e usa pneus apenas para asfalto. Essas duas características são essenciais para reduzir um pouco o elevado consumo do veterano 1.8 16V de origem Chrysler/BMW. A posição de dirigir também é muito boa, com destaque para o conforto e padrão dos bancos, bem como do volante de direção. O sistema multimídia é compatível com Apple Car Play e Android Auto, mas ainda não tem espelhamento sem fio, como nos novos sistemas da Stellantis disponíveis em modelos como Strada, Compasse Renegade. Certamente, a partir do novo SUV Pulse, que chegará em agosto, esse recurso vai se espalhar pelo resto da linha Fiat com mais rapidez.